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Não é raro surgir na mídia casos de seguranças, principalmente de supermercados, que agem de forma irregular, expondo os seus clientes a situações constrangedoras ou, em casos mais extremos, de abuso de poder e violência.

Uma cliente de um supermercado passou por um problema parecido, mas, felizmente, ela não deixou a situação passar impune. Enquanto fazia suas compras, a consumidora em questão foi abordada por um segurança que, ao suspeitar de um caso de furto de mercadoria, fez com que ela abrisse a sua bolsa para que fosse revistada.

A abordagem aconteceu na frente de vários clientes que circulavam pela loja, porém, foi em vão. Nenhum item irregular foi detectado dentro da bolsa da consumidora para justificar o comportamento do segurança.

O mau julgamento do profissional e a forma com que ele conduziu a abordagem causou, com razão, descontentamento para a cliente, que acabou levando o caso para a justiça. Após análise do TJPR veio a sentença: o estabelecimento foi condenado a indenizar a consumidora por danos morais gerados pelo constrangimento pelo qual ela foi exposta.

Para os julgadores do Tribunal de Justiça do Paraná, o caso analisado trata-se de uma relação de consumo – uma vez que uma das partes envolvidas se trata de um fornecedor de serviços e, a outra, de um consumidor – que é protegida pelo Código de Defesa do Consumidor. Sendo assim, ao considerar que a cliente teve o seu direito violado, o órgão entendeu que o estabelecimento deveria ser devidamente punido pelas ações de sua equipe de funcionários.  

E você, consumidor? Já teve os seus direitos violados em uma situação parecida com esta? Saiba que nossos advogados estão do seu lado para defendê-lo e garantir os seus direitos!

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