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Alguns setores específicos são velhos conhecidos dos consumidores no quesito reclamação. Empresas de telefonia estão sempre no topo da lista, assim como os bancos. Inclusive, em 2018, esse tipo de empresa foi a que mais teve registro de reclamações no Procon de São Paulo.

Entre os problemas mais comuns enfrentados pelos consumidores com relação ao atendimento bancário estão os contratos, ofertas, qualidade ruim de serviços e produtos, não fornecimento de documentos, mau atendimento do SAC, negativa de cobertura e, claro, as cobranças indevidas, que geram descontos não autorizados e cobranças de taxas e tarifas de serviços não contratados.

Para esse último caso em específico, em que há descontos irregulares sendo realizados na conta corrente ou conta salário por serviços que não foram contratados, o correntista tem total direito de solicitar ao seu banco um extrato da sua conta para analisar todos os descontos gerados e procurar o auxílio jurídico de um advogado especializado nesse tipo de caso.

Caso de justiça

No início de 2019, um correntista percebeu que, ao ser realizada a migração da conta salário do HSBC para o Bradesco, o banco passou a gerar um desconto de tarifa indevido. Ciente de que se tratava de uma cobrança irregular, ele juntou todas as provas do caso e as apresentou à justiça, que condenou o banco ao pagamento de indenização por danos morais ao consumidor.

Esse, no entanto, não é o único problema que pode ser solucionado pela justiça. Outro caso bastante comum entre os correntistas, que pode ter um final feliz, é o desconto irregular de dívidas.

Por exemplo, algumas pessoas possuem dívidas junto ao banco, ocasionadas por empréstimos ou pelo cartão de crédito. Quando recebem o seu salário, aposentadoria ou pensão, esses correntistas têm automaticamente uma parte dessa dívida descontada sem autorização ou aviso prévio.

Em alguns casos, esses descontos podem chegar a até 50% – quando não mais – da renda total do correntista, prejudicando o seu orçamento mensal e, principalmente, comprometendo a sua subsistência familiar mensal.

Para os tribunais, esse tipo de desconto é considerado ilegal e passível de indenização por danos morais. Por isso, sempre que ele ocorrer é altamente recomendado que os consumidores procurem um advogado de confiança para buscar os seus direitos.

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