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A leucemia mieloide crônica é um tipo de câncer que se inicia na medula óssea e invade a corrente sanguínea. Considerada uma doença adquirida, ou seja, que não é hereditária e não está presente no nascimento de seus portadores, a LMC (como também é conhecida), se diferencia dos demais tipos de leucemia por manifestar uma mutação de cromossomos, que acontece de forma espontânea.

Entenda o que é a LCM

As pessoas sadias possuem 23 pares de cromossomos, que são nomeados de 1 a 23. No caso das pessoas portadoras da leucemia mieloide crônica, ocorre uma fusão entre partes de dois cromossomos, caracterizando, assim, essa doença.

Apesar de se tratar de um tipo de câncer e ser um problema de saúde que exige cuidados, os índices de pessoas que conseguem superar essa doença são animadores. Atualmente, cerca de 70% dos pacientes conquistam a remissão da LMC, o que significa que, em seus exames não constam mais nenhum sinal do câncer, após o devido tratamento.

Luta contra a leucemia mieloide crônica

Atualmente, o principal tratamento contra a leucemia mieloide crônica é o Imatinibe, um medicamento administrado via oral muito recomendado pelos médicos especialistas nesse tipo de doença.

Apesar de sua importância para o controle e combate da LMC, o Imatinibe vinha sendo motivo de problemas para os seus pacientes. Isso porque, mesmo se tratando de um medicamento fornecido pelo SUS, muitos portadores da doença estavam encontrando dificuldades para recebê-lo do Estado.

Esse, no entanto, não deve mais ser um problema enfrentado no Paraná, graças ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que analisou o caso e confirmou a obrigatoriedade da União e do Estado em se responsabilizarem por todo o processo de aquisição e distribuição do Imatinibe.

Segundo o órgão que julgou o caso, a União deve repassar ao Estado do Paraná os valores necessários para aquisição do medicamento, que, por sua vez, deve contar com o intermédio da Secretaria de Saúde para garantir o fornecimento gratuito do Imatinibe, de forma que as questões burocráticas não prejudiquem o tratamento do paciente ou coloquem em risco a sua saúde.

Com essa decisão, a justiça se mostra, mais uma vez, atenta às necessidades da sociedade e garante que os pacientes do estado do Paraná tenham acesso a um Sistema de Saúde melhor e mais justo – o que é uma ótima notícia, principalmente para as pessoas que não possuem condições de arcar com o tratamento de suas doenças.

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